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"O fim do ano não é um fim, nem um começo,
mas uma continuação, com toda a sabedoria
que a experiência pode nos trazer."


Hal Borland escreveu o que ele costumava chamar de "editoriais ao ar livre" para o New York Times de domingo de 1941 até pouco antes de sua morte em 1978. Nascido no dia 14 de maio de 1900, em Nebraska, cresceu no Colorado, e então se mudou para o New England em 1945. Borland trouxe à seu modo de escrever, a experiência de vida pessoal com a sabedoria e modos de América rural. 

Edwin Way Teale disse que "os livros do Sr. Borland sempre estsão com um sopro de ar fresco rural ". Como os seus editoriais de domingo, seus livros são composições que seguem as estações do ano: An American Year, Hill Country Harvest,Sundial of the Seasons, Seasons, Hal Borland's Book of Days, Hal Borland's Twelve Moons of the Year. Trabalhado como jornalista, suas escritas informam as notícias diárias do mundo da natureza. 

Borland também escreveu quatro romances que incluem temas da natureza e a relação do ser humano com a natureza. Sua ficção mais famosa é " When Legends Die". O romance conta a história de Tom, um menino índio Ute que é criado na selva por seus pais. Eles morrem quando o menino ainda era jovem e assim ele adota os modos dos Ute, constrói uma cabana para si, e vive nas montanhas. Porém, nem os Utes nem os brancos o deixarão só. Homens de ambas as comunidades o exploram. Finalmente ele volta às montanhas onde ele redescobre suas raízes. Outros romances que ele escreveu são "The Amulet", "The Seventh Winter", and "King of Squaw Mountain". 

Borland e sua esposa, Barbara, viveram em uma fazenda de 100 acres, local de uma velha aldeia índia em Connecticut. A Sra. Borland também era uma escritora e ajudou o marido em seus escritos. Borland escreveu também muitos artigos de revista, poemas e composições.