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"Não estimes o dinheiro nem em mais nem em menos do que aquilo que vale, porque ele é um bom servo e um mau amo."

Escritor francês (24/7/1802-5/12/1870). Autor de clássicos da literatura de capa-e-espada, gênero literário surgido na Espanha do século XVII, baseado em romances idealizados e desenganos amorosos. Nasce em Villers-Cotterêts, Aisne, filho de um general do Exército de Napoleão, Alexandre Davy de la Pailleterie Dumas. 

Após a morte do pai, vai a Paris e lança suas primeiras peças. Alcança sucesso com Henrique III e Sua Corte, encenada pela Comédie Française em 1829. Na época tem como colaborador um exilado sueco, Adolphe de Leuven. 

Em 1831 leva ao palco Napoleão Bonaparte e Antony e passa a criar novelas, sempre com a ajuda de colaboradores, em especial de August Maquet. Em 1844 publica o romance Os Três Mosqueteiros, que o deixa internacionalmente conhecido. O livro faz sucesso ao misturar amor, aventura e humor. 

No mesmo ano, lança O Conde de Montecristo, outra obra que fica célebre. De hábitos extravagantes, Dumas tem de escrever para saldar suas dívidas. Também tenta conseguir dinheiro com jornalismo e fazendo livros de viagens, mas sem o mesmo sucesso. 

Morre em Puys, perto de Dieppe, na França. Suas obras completas, publicadas em Paris por Michel Lévy Frères, entre 1860 e 1884, somam 177 volumes.