Nos últimos 25 anos, o tratamento da doença arterial coronária, manifestada através de angina do peito infarto do
miocárdio, sofreu significativos avanços, entre eles a introdução da angioplastia transluminal com implante de stents.
Com o crescente uso destes para o tratamento da
doença coronária deparou-se com um sério problema que é a Reestenose Intra Stent responsável pela volta dos sintomas e necessidade de nova
intervenções em 10 a 30% dos pacientes e em números superiores em pacientes diabéticos.
A recente inovação técnica com a implantação
de Stents Revestidos com Rapamicina veio promover uma revolução nesta abordagem
terapêutica, pois estudos mostram taxa de Reestenose próximo de zero.
As perspectivas são altamente animadoras para esta modalidade
terapêutica e selam o papel dos Stents como método seguro e eficaz para o tratamento da
doença Arterial Coronária.